Temas:

1º Tema: Frequentes Indicações.

2º Tema: Poluição Eletromagnética.

 

Legenda:

1- Harmonização Energética.
2- Medição da Malha Energética.
3- Terreno Com Veio D’água.
4- Convalescença.
5-  Mudança de Residencia / Escritório.
6- Ambientes Que Geram Sintomas Físicos (mal estar, dores de cabeça, tontura, calafrios).
7- Ambientes Com Muito Mofo.
8- Locais Onde As Plantas Não Se Desenvolvem / Morrem.
9- Queima Frequente de Lampadas e Eletrodomésticos.
10- As Antenas De Telecomunicação.
11- Poluição Eletromagnética.
12- Entre Outras Indicações.

 

 

Frequentes Indicações

 

 

  • 1- HARMONIZAÇÃO ENERGÉTICA: Realizada em ambientes diversos com intuito de afastar interferências diretas que na  maioria das vezes são imperceptíveis, mas, que desestruturam tanto o ambiente quanto as pessoas.

 


 

 

  • 2- MEDIÇÃO DA MALHA ENERGÉTICA: Linhas e polos magnéticos. (LINHAS HARTMANN / LINHAS CURRY) São linhas magnéticas que circundam todo o planeta, já então utilizadas por pássaros, baleias, tartarugas e golfinhos, felinos e insetos.    As linhas se cruzam formando  uma rede, em volta da terra. Esses cruzamentos estão presentes em todos os ambientes, variando de um lugar para outro, com distancias entre  2 e 3 metros entre si. Onde essas linhas se cruzam há uma extrema atividade de radiação telúrica. O cruzamento dessas linhas aumenta a sensibilidade da resistência elétrica cutânea interferindo nos organismos viventes

Stress positivo Yang ( + com + ). Neste caso o campo positivo leva a um acúmulo de energia, gerando desordens hiperenergéticas tais como: Hipertensão arterial, enxaqueca, derrame cerebral, infarto do miocárdio, psicose. Há ainda a predisposição ao alcoolismo e, nas crianças, aos ataques epilépticos.

Stress negativo Yin ( – com – ). O campo negativo extrai energia do organismo, gerando desordens hipoenergéticas e predispondo-o aos processos degenerativos e malignos. Como exemplo temos fadiga crônica, artrite, hipotensão arterial, esclerodermia, esclerose múltipla e câncer

Stress negativo misto YimYang ( + com – ). Aqui as manifestações patológicas são mistas devido ao caráter bipolar do ponto geopatogênico. As alterações mais frequentes serão aquelas relacionadas à polaridade predominante.

 


 

  • 3- TERRENO COM VEIO D ÁGUA:    A velocidade da corrente de água altera totalmente o campo energético do ambiente. Incluem os veios d’água, rios subterrâneos, cisternas
    , esgotos e as águas canalizadas, que comportam-se como veios de água subterrânea.          Instalações hidráulicas
  • feitas na parede cujo lado oposto se encontra a cabeceira da cama, causam muito infortúnio à pessoa do dormitório (PERDA DE FOCO, PERDA DE CONCENTRAÇÃO E DIFICULDADES DE COORDENAR IDEIAS)

Essa corrente de água gera:

  • Cansaço excessivo e sem causa aparente, mesmo após acordar
  • Estresse
  • Doenças cuja causa é desconhecida e que não responde a nenhum tratamento
  • Reumatismo e artrite
  • Dificuldade de concentração
  • Baixo rendimento
  • Depressão

Uma enfermidade não tem uma só causa. Muitos fatores atuam para o desenvolvimento de uma doença. As radiações não são causadoras e sim facilitadoras das doenças, elas desequilibram o sistema imunológico e debilitam o metabolismo, tornando-o mais vulnerável e propício ao desencadeamento de enfermidades.

No caso de construções efetivadas em cima de veios de água temos duas opções, ou chama uma retro escavadeira pra escavar até o fundo da água e cavar uma rota para água passar por fora, canalizando, gastando uma quantia razoável e o problema será resolvido, ou, esquece a água e focar em seus efeitos.


 

4- CONVALESCENÇA (residência com pessoa acamada): Além de limpar o local das energias  densas somatizadas, também promove a magnetização da frequência de cura, reorganizando toda energia setorizada.  Através de utensílios norteados, desenvolvidos à base de nanocristais, é promovida a emissão de energia infravermelho CURTO (PRÓXIMO), a qual tem extrema afinidade com as moléculas de água (H2O), gerando vibrações que potencializam o processo do infravermelho no organismo. A afinidade do infravermelho com a molécula da água permite acelerar a eliminação dos materiais contaminantes mais pesados, gorduras e impurezas. Quanto mais rápido forem eliminados os contaminantes, mais rápidos serão os benefícios obtidos, além do efetivo poder de recuperação no organismo

 

Como Funcionam os Infravermelhos em  nosso corpo

O infravermelho Longo gera rotações nas moléculas da água, quebrando os clusters de gorduras e separando as impurezas das moléculas de água.

O infravermelho Próximo gera vibrações nas moléculas da água, acelerando a eliminação de gorduras e impurezas e evitando assim que elas venham a se acumular novamente


 

  • 5- MUDANÇA DE RESIDENCIA/ESCRITÓRIO

 

  • 6- AMBIENTES QUE GERAM SINTOMAS FÍSICOS (mal estar, dores de cabeça, tontura, calafrios)

  • 7- AMBIENTES COM MUITO MOFO

  • 8- LOCAIS ONDE AS PLANTAS NÃO SE DESENVOLVEM/MORREM

  • 9- QUEIMA FREQUENTE DE LAMPADAS E ELETRODOMÉSTICOS

  • 10- AS ANTENAS DE TELECOMUNICAÇÃO: impactam negativamente todos os
    organismos biológicos dentro de um quilometro quadrado.

Um exemplo, em Minas Gerais, mediu a existência de correlação espacial entre as mortes por neoplasia (tumor maligno) em Belo Horizonte e a presença de estações de radiobase (antenas e torres). O resultado é assustador. Em 10 anos foram registradas mais de sete mil mortes por neoplasia, todas elas estavam dentro de um raio de até 500 metros das estações de radiobase. Fora desse raio, as mortes por neoplasia foram

decrescendo proporcionalmente à distância das torres e antenas. De acordo com a pesquisa realizada na Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, quem vive a até 100m de distância de antenas tem 33% mais riscos de desenvolver câncer do que a população geral.

A RADIAÇÃO DE TORRES TAMBÉM E ASSOCIADA A

  • Dores de cabeça
  • Perda de memoria
  • Baixa contagem de espermatozoide
  • Câncer
  • Defeitos congênitos
  • Doenças cardíacas
  • Alzheimer

Estes danos são cumulativos nos tecidos.

A harmonização Geoambiental neutraliza a radiação contínua nos ambientes

 


 

  • 11- POLUIÇÃO ELETROMAGNÉTICA:

Você ainda ou virá falar muito  dela.

Frequentemente expostos a campos eletromagnéticos de todos os tipos, gerados por equipamentos eletroeletrônicos, celulares,  eletrodomésticos, linhas de transmissão, WI-FI… que podemos denominar como poluição eletromagnética.

Também são incluídos cablagens elétricas que correm dentro das paredes das nossas casas ou escritórios, ou de vizinhos colados dos lados, em cima ou embaixo. Ou muitas vezes pelos fios das extensões dos aparelhos que temos à nossa volta

Nossa civilização é movida à base de energia, mas todas as benesses de utilização em larga escala têm um preço alto, e não apenas aquele que pagamos nas contas mensais de luz e telefone.

A exposição prolongada a campos eletromagnéticos causa depressão psíquica e provoca a redução dos glóbulos vermelhos e o aumento dos glóbulos brancos, favorecendo o surgimento de um câncer.

Cada vez que ligamos um equipamento elétrico numa tomada, estamos ativando um campo elétrico e cada vez que o pomos em funcionamento estamos expostos a um campo elétrico mais um campo magnético.     O ser humano é de natureza eletromagnética. Em frações de segundos leves correntes biológicas conduzem as funções do nosso corpo e das células. O cérebro e o sistema nervoso central são estimulados por mínimas correntes elétricas. O coração é um gerador de campo magnético, cujas correntes podem ser registradas por meio de um eletrocardiograma.  Após o estudo detalhado no imóvel e a execução do conjunto de soluções necessárias, o local se torna livre de poluição eletromagnética e suas repercussões  maléficas.


  • 12- ENTRE OUTRAS INDICAÇÕES:

Poluição Eletromagnética

 

 

CONTAMINAÇÃO ELETROMAGNETICA E A NOSSA SAÚDE
Os seres humanos são complexos sistemas bioelétricos.  Nossos cérebros e coração são internamente regulados por débeis sinais elétricos e a constante exposição às radiações de campos eletromagnéticos tem uma interação com o processo biológico fundamental do corpo humano, podendo provocar alterações sérias

The BioInitiative Report – http://www.bioinitiative.org/

Por todo o lado estamos expostos ás radiações emitidas por emissões de rádio e TV, radiações das comunicações telefônicas e radiações produzidas pelas instalações elétricas que fazem funcionar tudo isto. Em casa, pelas ruas, nos locais de trabalho ou de lazer, espaços comerciais e até nos hospitais.                                                                                       Toda esta contaminação da Poluição Eletromagnética (PEM) é captada pelo nosso corpo induzindo correntes elétricas e campos oscilatórios que atrapalham nosso sistema bioelétrico, afetando o cérebro, o coração, o sistema circulatório e criando um ambiente hostil ao nosso sistema celular.

As radiações da PEM são genotóxicas e podem alterar o DNA de células débeis levando a doenças graves como  câncer.

Passaram-se já três décadas de pesquisas e ainda não se conseguiu um consenso sobre seus efeitos. Parece que a tecnologia anda mais rápido do que as pesquisas, ou interesses econômicos não deixam que esses resultados se produzam. Entretanto este fenômeno está afetando a saúde dos mais sensíveis, homens, mulheres, idosos e crianças, incluindo mesmo aquelas que estão ainda em gestação.

A hipersensibilidade aos efeitos das radiações dos campos eletromagnéticos chama-se Eletrossensibilidade.

 ELETROSSENSIBILIDADE ou ES

(em Inglês: ElectroHyperSensitivity ou EHS)

http://www.hese-project.org/hese-uk/en/niemr/ehs.php

A ES está aumentando exponencialmente podendo atingir valores extremamente preocupantes em curto prazo e as tendências apontam para que 50% da população mundial possa tornar-se Eletro Sensível no ano de 2017 (Hallberg, O. e Oberfeld, G. 2006).

Se Hallberg e Oberfeld estiverem certos, é provável que alguém que a gente conheça fique hipersensível nos próximos anos. Talvez alguém de sua família, ou você, ou eu.

Sintomas de Eletrossensibilidade – Os sintomas de ES variam de natureza e intensidade de uma pessoa para outra. Para alguns, pode não ser mais do que uma inconveniência ou diminuição do seu bem-estar, para outras pode ser uma incapacidade com sintomas debilitantes que reduzem a qualidade de vida, para outras pode ainda ser mais severo como depressão ou até levar à tentativa de suicídio, por incapacidade de tolerar o nível de sofrimento.

Alguns dos sintomas mais reportados são:

          • Problemas com o sono
          • Dificuldades de concentração
          • Perda de memória
          • Problemas de pele
          • Tonturas e fadiga
          • Dificuldade de respirar
          • Problemas cardíacos
          • Depressão
          • Problemas digestivos
          • Problemas de audição e com os olhos
          • Dores de cabeça e intolerância à luz

 

 EVIDÊNCIAS DE ELETROSSENSIBILIDADE

O Prof. OLLE JOHANSSON, Ph.D (Associated Professor, Department of Neuroconsciece, Karolinska Institute, Stockholm, Suécia) diz:

“A ES resulta por um dano de irradiação que provoca mutações das células, muito parecidas com as verificadas em tecidos submetidos a radiações de UV e radiações ionizantes”.  Em perto de duas décadas de investigações ele pôde confirmar que em pessoas ES, quando expostas a radiações eletromagnéticas, as suas células mastro ou mastócitos começam a migrar para a superfície da pele e podem desgranular.

(Mastócitos ou mast cells:   http://www.ncbi.nlm.nih.gov/mesh/68008407)

Os mastócitos são os guardiões do sistema imunológico e estão equipados com grânulos de histamina, que quando se desfragmentam provocam reações alérgicas na pele, como coceira, vermelhidão e dor.  Os mastócitos estão também em outras partes do corpo, comunicando-se com neurônios e outras células do sistema nervoso formando o eixo neuroimune, que faz parte das doenças autodegenerativas como a doença de Alzheimer e de Parkinson.  Mastócitos também se encontram no cérebro, coração e no trato respiratório e gastrintestinal.

Se a radiação eletromagnética ou REM, provoca com que os mastócitos descarreguem sua carga química de histamina na pele é também muito provável que o faça no coração, no cérebro e outras partes do corpo.  O Prof. Olle Johansson afirma que então, isto explicaria o que está acontecendo com as pessoas Eletrossensíveis.

(Prof. Olle Johansson:   http://youtu.be/cczGVhd63pM )

 

O Parlamento Europeu, a primeira entidade Internacional a reconhecer a ES ou EHS na sua resolução de dois de abril de 2009 art. 28:

“Os Estados Membro devem seguir o exemplo da Suécia e reconhecer que pessoas que sofram de ES ou EHS, sejam reconhecidas como portadoras de incapacidade, garantindo-lhes proteção adequada e igualdade de oportunidades”.

(http://www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?pubRef=-//EP//TEXT+TA+P6-TA-2009-0216+0+DOC+XML+V0//PT  )

Na Espanha no final de 2011 já foi reconhecida a ES, e pela primeira vez foi dada aposentadoria completa a uma funcionária portadora desta incapacidade.

 O QUE CAUSA A ELETROSSENSIBILIDADE

 A nossa sensibilidade elétrica é exacerbada pela presença de radiações, como já vimos atrás, e a fonte dessas radiações têm duas origens:

1.  CEM – Campos eletromagnéticos de baixa frequência 50/60 Hz, provocados por todos os aparelhos elétricos e eletrônicos e pela rede elétrica onde estão ligados.

 Os CEM de baixa frequência são chamados de “eletricidade suja”, e referem-se a transientes de alta frequência, harmônicas e outras interferências que sujam a rede elétrica, ou são irradiados pelos aparelhos a ela ligados.  São gerados dentro dos ambientes, podem entrar pela rede elétrica de abastecimento ou podem ser gerados por condições externas na vizinhança, atravessando as paredes.  São particularmente nocivas as radiações de transientes e harmônicas que emitem frequências de até 100KHz, porque são captadas pelo corpo – que funciona como antena – e interferem fortemente com o nosso sistema celular. Como as nossas células são micro sistemas oscilantes, sua frequência de funcionamento fica profundamente  alterada na presença dessas perturbações.

Eletricidade e campos eletromagnéticos de baixa frequência são como dois  lados duma moeda – não podemos ter um sem o seu reverso.

Cada vez que ou ligamos um equipamento elétrico numa tomada, estamos ativando um campo elétrico e cada vez que o pomos em funcionamento estamos expostos a um campo elétrico mais um campo magnético.

A eletricidade tem que viajar bem de longe, para que seu aparelho funcione.  Desde a central produtora, através de linhas de alta tensão, subestações e seus transformadores que baixam a voltagem, até sua rua e seu ramal elétrico de entrada em casa. Tudo isso irradiando campos eletromagnéticos pelo caminho. Mas são os aparelhos elétricos com motores rotativos, transformadores, e alguns aparelhos eletrônicos, que produzem a eletricidade suja, adicionando aos campos eletromagnéticos as transientes e harmônicas, com suas frequências erráticas e muito nefastas.

Assim ficamos sabendo que a eletricidade de baixa frequência contamina e de que maneira, o nosso ambiente.

(Eletricidade suja ou dirty electricity:  http://www.youtube.com/watch?v=VhiZCaI5N50)

 

2. REM –  Radiação das altas frequências provocadas por todas as comunicações sem fios (wireless) que usam micro-ondas pulsadas, como telefones celulares, telefones móveis, antenas de comunicação e transmissão,  TETRA (comunicações da policia e militares), radares etc.

A REM das altas frequências é  irradiada pelos vários sistemas sem fios, cuja frequência de comunicação é feita usando ondas pulsadas de comprimento de onda muito baixo (micro-ondas), como os transmissores de telefonia celular GSM, 3G UMTS e redes de Wi-Fi, Bluetooth etc. Estes CEM funcionam entre 1MHz e 5GHz,  penetram no tecido humano produzindo profundas alterações do equilíbrio bioelétrico. Podem afetar a membrana hemato-encefálica, interferir na produção de melatonina e enfraquecer o sistema imunológico.

Quando falamos de comunicações sem fios, vem logo a ideia a controvérsia dos celulares. Fazem mal, não fazem mal?

Claro que fazem mal.   Mas não tanto como as radiações das antenas, das várias operadoras, que à nossa volta colocam cachos de postes com elas montadas e que emitem sua radiação 24 horas por dia, todo o dia.

Um celular em standby está em constante contato com a antena mais próxima, e assim ela sabe onde nos encontrar, no entanto a  radiação do celular é baixa,  na ordem dos 2 a 4µW/m2.  Nos modernos smartphones, este valor desce para cerca de 50% menos, o que significa que a indústria sabe fazer telefones com radiação mais reduzida… só agora.

Mas é quando se estabelece uma comunicação que os valores de radiação disparam, e mais, as frequências de falar e ouvir seguem canais diferentes, e como são ondas pulsadas (217Hz), martelam o cérebro quando temos o telefone junto do ouvido.

Quando se estabelece a ligação, o valor da radiação atinge facilmente mais do que 20.000µW/m2  (20mW/m2).  Por isso, o melhor é fazer uma chamada bem rápidinha, porque este nível de radiação encostada ao seu ouvido vai fazer estragos…

E não é só. Este valor de radiação vai ser somado à radiação que já estava sendo recebida da antena a que o telefone se ligou.

(Dra.Magda Havas, vídeo “Live Blood”: http://youtu.be/L7E36zGHxRw )

 

 O QUE DIZEM AS LEIS DE PROTEÇÃO

No Brasil e em muitos outros países, incluindo Portugal, a lei que a ANATEL e ANACOM fazem cumprir, apoia-se nas recomendações do ICNIRP, organização não governamental, que em 1998 indicou limites de proteção a seguir.

          • Campos elétricos:         5000 V/m (50Hz)   4166 V/m (60Hz)
          • Campos magnéticos:  100 µTesla (50Hz)    84 µTesla (60Hz)
          • REM: 0,4 a 2GHz               40 V/m ou 8 W/m2       
          •          2 a 300GHz:              60 V/m ou 10 W/m2

http://www.icnirp.de/documents/LFgdlpor.pdf

Com o decorrer dos anos, diversas vezes se tentaram baixar estes valores por serem excessivamente altos, e se veio a verificar cientificamente que não protegem as populações.  Por quê?  Eles foram recomendados numa época em que o mundo não usava as tecnologias de hoje, nem no volume crescente de agora.  Os valores foram baseados em ensaios com humanos referindo-se apenas aos efeitos de aumento de temperatura por curto espaço de tempo, e considerando que as radiações eram não ionizantes.

Naquela época ninguém pensou nos efeitos de longo prazo, para uma exposição permanente como hoje se verifica.

Os valores limite foram muito debatidos em varias oportunidades, e desde 2009 que organizações como a Bioinitiative e Nex-Up aconselham outros valores baseados e apoiados pela comunidade científica centrada na verdadeira proteção das pessoas.

http://www.bioinitiative.org/                http://www.next-up.org

A evolução é tão rápida que os valores pugnados uns anos atrás para a inteira gama de frequências: 0,6 V/m ou 1 mW/m2,  ainda que 100 ou 10.000 vezes menores não nos protege.

 

A comunidade científica recomenda hoje o uso de valores que garantam mais eficazmente a proteção das populações,  resgatando o valor de Salzburg 2002, para uso na ocupação em espaços interiores:

CEM ou REM na completa gama de frequências:
 1 uW/m2 (1 micro Watt por metroquadrado) ou 0,02V/m (Volts por metro)

Há já até já um movimento científico para reduzir este valor 10 vezes…

http://www.powerwatch.org.uk/science/intguidance.asp

 

O que parece muito estranho, é que nunca ninguém tenha pensado tornar público de que, por exemplo: para fazer tocar um telefone celular, só é necessário 1 nW/m2 (um nano watt por metro quadrado) de sinal, quando nosso telefone tem apenas um pauzinho. No entanto, o valor médio da densidade de potência irradiada, numa cidade como São Paulo na rua, pode ser da ordem dos 2 a 15 mW/m2, ou duas a 15 milhões de vezes mais do que 1 nano Watt que faz o telefone tocar.

Se fosse respeitado o limite de 1 µW/m2  (ou 1.000 vezes mais do que o necessário para o telefone tocar), porque as operadoras nos bombardeiam 24 horas por dia, com sinais de muitos milhões de vezes mais fortes do que o necessário?

A lei permite, seguindo o ICNIRP, que as antenas emissoras de sinal do celular, cheguem a emitir até um máximo de 8 a 10W/m2 (conforme as frequências) ou seja:     8 a 10.000 mil milhões de vezes mais do que o necessário para o telefone tocar.

 

 COMO NOS PROTEGER

 Com este cenário torna-se óbvio que, quando aceitamos os riscos potenciais para a saúde, independentemente se existe ou não relação entre a exposição a radiações de campos eletromagnéticos e os sintomas de doença, devam ser adotadas medidas de precaução para reduzir os riscos eventuais.

 

MEDIDAS DE PRECAUÇÃO:

          • Evitar ter aparelhos elétricos ligados nas tomadas quando não estão em uso.
          • De preferência não cozinhe em micro-ondas, porque ele também altera a estrutura molecular dos alimentos. Mas se tiver que usar, saia da cozinha enquanto ele funcionar.
          • Afaste abajures ou despertadores da sua cabeceira para o mais longe que seja possível.
          • Não use lâmpadas de halogênio com transformador e não use lâmpadas econômicas, porque tem radiação muito forte e “sujam” a rede elétrica. Prefira lâmpadas incandescentes ou as novas lâmpadas LED.
          • Não use telefones portáteis, especialmente os DECT, porque emitem radiação muito forte, mesmo quando não estão em uso. Dê preferência ao telefone fixo.
          • Use o seu telefone celular afastado do corpo e só use junto do ouvido pelo tempo mínimo de comunicação.
          • Limite o uso do celular, não fique conversando, para isso use o fixo.    Dê preferência à viva-voz ou mãos livres se possível.
          • Não use o celular dentro do carro, ônibus ou trem. A blindagem metálica faz com o celular aumente a sua potência para poder transmitir. Pare e use apenas ao ar livre, a menos que seja uma emergência.
          • Não use o Bluetooth, ele transmite usando micro-ondas, e ainda que o sinal seja muito fraco é a longa permanência ao ouvido que prejudica.
          • Não deixe o celular perto de si durante a noite.
          • Evite usar aparelhos “sem fios”. Eles usam micro-ondas para se comunicarem entre si. Prefira ligações com fio.
          • Use internet com cabo (Ethernet) ligado direto no modem. Não use Wi-Fi.     As radiações dos telefones DECT e Wi-Fi são muito fortes, atravessam as paredes e têm alcançe de até 50 metros. Mas se não tiver outro jeito, desligue logo que seja possível. De noite, deixe sempre desligado. Pense nos vizinhos…
          • Não use o laptop com Wi-Fi, use o cabo de ethernet ligado ao modem ou pode usar a alternativa “Powerline”, que usa a instalação elétrica como rede de transmissão, podendo ligar o computador com fio a qualquer tomada perto.
          • Não use o laptop nos joelhos. Afeta os orgãos reprodutores.
          • Se usar o laptop com cabo, não esqueça desligar o Wi-Fi do computador apagando aquele símbolo azul do Wi-Fi. Quando desligado ele fica laranja. Se não, está sendo irradiado pelo próprio laptop. E poupa bateria.
          • Atenção grávidas. Não usem o laptop sobre a barriga, nem Wi-Fi. Como é obvio o neném será muito afetado. Quando ele nascer, não usem aquele monitor, para vigiar o berço. Usa comunicação sem fios com radiação muito forte.
          • Procure proteção das radiações que vem de fora. Há cortinas de tecido especial, com fios de cobre e prata que bloqueiam as radiações.
          • Também há dosseis (mosquiteiros), que cobrem as camas, com os mesmos tecidos, fazendo gaiola de Faraday e protegendo nosso sono.
          • As paredes podem ser pintadas com tintas especiais à base de carbono, que cortam mais de 99% das radiações que venham do exterior.
          • Com estes tecidos especiais de alta proteção podem ser feitas roupas de proteção. Para as grávidas a proteção é quase indispensável.
          • Há filtros especiais para colocar nas tomadas, que limpam e bloqueiam a “eletricidade suja”
          • Não usar roupas de tecidos sintéticos, porque favorecem a produção de eletricidade estática. Melhor usar roupas confecionadas com tecidos naturais.
          • Preferir a ingestão de produtos frescos (frutas, verduras, hortaliças), evitar frituras, produtos industrializados e refinados. Lembre, não cozinhe no micro-ondas, se puder.
          • Ande descalço sempre que possa, isso descarrega e nos liga com a Terra.

Tudo isto pode aliviar a carga sobre nosso sistema imunológico,  protegendo a nossa saúde.

 

Alguns vídeos da Electromagnetic Health.Org, do encontro de cientistas em 2010:

Sissel Halmoy:   http://vimeo.com/17250790

Eileen O’Connor:   http://vimeo.com/17271105

 

 

 

Olá! Me chamo Anna Paula, trabalho com Radiestesia Geoambiental & Nanotecnologia Avançada para Saúde Habitacional. Mais Sobre Anna.

É importante revisar nossas mudanças de humor, saúde e energia, relacionando-as com o ambiente ao qual estamos sendo expostos. Ver mais.

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