20 de novembro de 2018

ELETRICIDADE SUJA

Eletricidade Suja

 

 

 

Atualmente, vivemos em um mundo/sociedade dependente da eletricidade e o nosso corpo físico é um mecanismo bio-eletromagnético. Usamos eletricidade nos transportes (elevador, carro, caminhão, ônibus, navio, aeronaves), nos sistemas de comunicações (telefones fixo, móvel e celular, rádio, televisão,

computador+impressora+roteadoreswi-fi, torres de transmissão e recepção), linhas de transmissão de alta tensão e transformadores, iluminação pública e doméstica, equipamentos médicos (raio-X, tomografia, ressonância magnética, etc),

equipamentos domésticos (geladeira, freezer, máquina de lavar e secar, ventilador e ar condicionado, liquidificador, centrífuga e multiprocessador, chuveiro elétrico, forno elétrico e de microonda, radiorelógio, carregadores detablets e telefones celulares) e medidores inteligentes digitais (smartmeters) de energia elétrica, que estão sendo instalados pelas companhias de energia elétrica. O problema com todos esses equipamentos que conectamos a uma tomada elétrica (ou bocais de lâmpadas) é que eles “sujam” (com componentes de alta frequência) o sinal AC (corrente alternada) de 60 Hz (ou 50 Hz, em alguns países) que recebemos da companhia de energia elétrica. Esses sinais de eletricidade suja (dirtyelectricity) são radiados (emitidos) e conduzidos pela nossa rede elétrica doméstica e banha nosso corpo com sinais eletromagnéticos danosos à nossa saúde, 24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano. Com o passar do tempo, a nossa saúde acabará ruindo, devido à interferência eletromagnética negativa entre o meio ambiente poluído e o nosso corpo físico eletromagnético [o que pode ser comprovado, por exemplo, através de eletroencefalograma (EEG), eletrocardiograma (ECG), etc].

Existe uma alta probabilidade que a maioria das “doenças da civilização”, incluindo doenças cardiovasculares, cânceres, leucemia, diabetes e suicídios, não são causadas apenas pelo estilo de vida da pessoa, mas por certos aspectos físicos da nossa eletricidade, que são invisíveis aos nossos olhos. Portanto, as “guerras” contra o câncer e as doenças cardiovasculares estão fadadas ao fracasso, pois um fator etiológico crítico não está sendo reconhecido. Nos EUA (USA) existe uma alta correlação entre a eletrificação desse país e o forte aumento de casos de leucemia infantil e vários tipos de câncer (como câncer feminino de mama) [1].

O grande volume da eletrônica moderna e de aparelhos nos lares e em outros lugares tem aumentado numa taxa estonteante. Apesar desta proliferação de dispositivos elétricos ter tornado nossas vidas mais eficientes e conveniente, ela tem também contribuído para uma forma potencialmente danosa de eletro-poluição conhecida como eletricidade suja [2].

Eletricidade suja é energia eletromagnética não-utilizada que é criada por muitos dispositivos elétricos durante sua operação. Ela é causada pela interrupção no fluxo normal da potência AC (corrente alternada) de 60 Hz, que viaja através dos fios e sistemas elétricos nas casas e outras construções. Essas interrupções resultam em picos de tensão, assim como variações de frequência (também chamadas de transientes de voltagem de alta frequência) que se combina com a voltagem inicial para formar um campo eletromagnético complexo e potencialmente perigoso.

Como os dispositivos eletrônicos contribuem para gerar eletricidade suja? Muita eletrônica moderna e aparelhos incluem transformadores que convertem a potência AC na fiação duma construção para a potência DC (de corrente contínua) necessária para poder funcionar a eletrônica e os aparelhos. Durante este processo de conversão, ocorre interrupções no fluxo da corrente elétrica. Além disso, muitos dispositivos eletrônicos modernos (ex., chaves para diminuição da luz, lâmpadas de luz fluorescente compactas,  equipamentos que usam fontes de potência chaveadas) usam a potência de uma forma mais complicada que os dispositivos e a eletrônica “de antigamente”. Esses novos dispositivos são projetados para operar com fluxo de corrente elétrica interrompido. Ao invés de sacar potência continuamente, eles fazem isso intermitentemente em quantidades variáveis e em uma frequência elevada, primariamente para serem mais eficientes. Enquanto isso pode economizar energia, isso envolve interrupções frequentes no fluxo de corrente elétrica. Por exemplo, uma lâmpada compacta fluorescente economiza energia se ligando e se desligando repetidamente, milhares de vezes por segundo. Interrupções regulares como essas criam transientes (i.e., picos de voltagem e variações de frequência) que “suja” a eletricidade normal que flui ao longo dos fios condutores.

Que acontece à eletricidade suja, uma vez que ela é gerada? A eletricidade suja criada por dispositivos elétricos dentro de uma construção é circulada através dessa construção e até para outras construções (casas, edifícios) na vizinhança, através da fiação. Ela também é radiada (emitida) para o meio ambiente próximo, via tomada elétricas, dispositivos eletrônicos e cabos/fios, expondo os seres humanos e animais dentro dessas construções à poluição eletromagnética.

Os cientistas identificaram conexões entre a eletricidade suja e uma grande variedade de problemas físicos, emocionais e cognitivos, incluindo:

* asma
* câncer
* diabetes
* fadiga crônica
* dores de cabeça
* desordens do sono
* problemas de humor

A redução da eletricidade suja do ambiente resulta em melhor saúde e bem-estar geral.

Aplicação de projetos em ambientes residenciais e empresariais.
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Contato: Anna Calazans
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